Em sequência às nossas conversas, conhecimentos e experiências expostas em áudios e vídeos; certamente me enriquece a percepção de ser judeu e do ser judeu. E certamente temos o que o destino e a história nos reservou e tal como vocês Davy e Edu citaram, temos, no conhecer das línguas, a possibilidade de transpor obstáculos e abrir horizontes. Uma complexa análise entre o judeu errante e o judeu nômade na sua essência mais nobre. Temos línguas e linguagens e temos um caráter bem definido e cultuado em várias questões que nos faz o que somos. Judeus em relação à crenças, lealdade, território, assimilação, integração, movimentação, resiliência, indignação, defesa e proteção. A lista é longa, boa e abençoada!
Penso em escrever, filmar, contar histórias e compartilhar o ser judeu e suas fronteiras Fronteiras que ora são nulas, e que ora são ocultadas por precaução e para sobrevivência.
No silêncio da noite o ser judeu sabe das fronteiras que ele terá que construir para se fortalecer ou derrubar para se fortalecer mais ainda; dependendo da sua união com os seus e da sua perseverança em cada contexto quando bem analisado, seja em tristezas ou alegrias.
Shabat Shalom
Sami Douek
24 de julho de 2020

